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Draconian…

Já esperava desesperadamente por esta noticia, e não é que terça feira da passada semana enquanto dava uma olha dela pelo Twitter, vejo que Draconian, estavam confirmados para o Caos Emergente 2009!

Bem o que dizer desta noticia! Fiquei em pulgas! E não vejo a hora de meter a tralha toda na mala e ala que se faz tarde para a estação!

Muito me acompanhou esta banda, sem dúvida uma das poucas bandas que posso dizer com sinceridade que idolatro!

Com uma musicalidade, bastante gótica, sente bastante a presença forte dos ritmos lentos e mórbidos do Doom Metal. Conflitos interiores, amores perdidos, amores impossiveis, self-misery, um olhar mais cinzento sobre a vida, a parte que todos escondemos de toda a gente… A presença feroz da constante rivalidade do good vs. evil com o dueto entre a voz feminina de Lisa Johansson, que nos apela a uma presença constante quase divinal e que puxa os bons sentimentos, e o lado positivo e menos “tragedial” da vida, enquanto que pelo outro lado temos a voz masculina e grutural de Anders Jacobsson, a arrastar-nos para todos os nossos sentimentos negativos…

Desde Arcane Rain Fell de 2005 que sigo o percurso desta banda, albúm este que muito me seduziu e que me o fez escutar horas e horas seguidas, durante noitadas em frente ao ecrã para acabar algum trabalho ou pelo simples prazer de desfrutar um cigarro acompanhado pela melodia destes senhores. Faixas como Daylight Misery, The Everlasting Scar ou Death Come Near Me, ainda hoje me acompanham no carro, no iPhone, no iPod ou no Macbook.

Com The Burning Halo de 2006 apresentaram uma sonoridade algo idêntica ha do album anterior, mas talvez um pouco mais pobre a nível lírico, talvez seja por isso que apenas She Dies e The Gothic Embrance , tenham marcado mais pontos neste album.

Após um excelente trabalho e outro menos bom, seria de esperar que estariamos um tempo sem novidades desta banda, até que em fins de Fevereiro de 2008 nos apresentam Turning Season Within, assim que pus as mãos (foi mais os ouvidos mas…) neste albúm fiquei maravilhado! Sem palavras mesmo para o descrever, Abandonando um pouco a tendência Gothic Doom, apresentaram-nos um som mais purista a nível Doom, com liricismo perfeito! Apenas Morphine Cloud, representa a sonoridade dos dois anteriores albuns, enquanto que por outro lado BloodFlower, apresenta uma sonoridade completamente nova de Draconian, uma aposta que na minha opinião terá acrescentado bastantes pontos há banda, de destacar também September Ashes e Seasons Apart que na minha opinião deram um tom bastante melódico há banda, e mais uma vez outra aposta ganha!

Aconselho sinceramente toda a gente a ouvir, visto que já de três ou quatro conhecidos que não enveredavam muito pelo universo do Metal, adoraram e desesperam por mais um trabalho destes senhores…

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